A paixão já foi considerada doença

Isso mesmo, em épocas e culturas diferentes, a paixão pode ser vista de formas diferentes.

E não é para menos, você já deve ter ouvido a expressão ou já disse alguma vez: “- Perdi a razão pois estava apaixonado”.

Então isso é muito comum ao nos apaixonarmos, e tomarmos atitudes erradas ou permitirmos certos comportamentos dentro de uma relação que são prejudiciais.

Acontece que ao nos apaixonar recebemos na corrente sanguínea, uma enxurrada de hormônios que alteram nossa percepção da realidade.

Tendemos a enxergar por exemplo, a pessoa por quem nos apaixonamos como perfeita, mesmo sabendo que pessoas perfeitas não existem.
Nos tornamos extremamente corajosos, o que facilita tomadas de atitudes possivelmente perigosas e decisões radicais.

A Feniletilamina também conhecida como “hormônio da paixão”, é um neurotransmissor ela faz induzir a produção de substâncias como noradrenalina e dopamina, extremamente importantes para a sensação de bem-estar e felicidade. A dopamina ela dá disposição, aumenta o prazer e faz a pessoa perder a noção do perigo.

Se não correspondido, a pessoa pode perder a fome, o sono, ficar deprimido e sem ânimo para nada.
Existem pessoas que são viciadas na paixão então, quando os efeitos começam diminuir ela tende terminar o relacionamento e sair em busca de uma nova paixão. Esse período de paixão pode durar entre 6 meses à 2 anos.

Geralmente, nos apaixonamos pelas pessoas que correspondem a um conjunto de expectativas que formamos ao longo da vida e já falamos aqui que um dos maiores ensinamentos do tantra é, não criar expectativas.

Romantizamos demais paixão, de fato as sensações são muito boas no curto prazo, mas no longo prazo já sabemos como pode terminar.

Zaki


Zaki Deva

É terapeuta instrutor e facilitador de Tantra:

– Curso Tantra para casais
– Curso de Massagem Tântrica
– Massagem Tântrica

Terapia de Casal Como Funciona?

A Terapia Tântrica voltada para casais tem um grande potencial resolutivo e promove um salto quântico no relacionamento do casal, geralmente quando chegam aqui, muitos casais já buscaram diversas outras formas de terapia sem um resultado satisfatório.

Dentro da relação de um casal que conhece a Terapia Tântrica verdades vem à tona, pois no Tantra não existe o “tapar o sol com a peneira” e essas verdades ajudam o casal com as tomadas de decisões.

Todo atendimento envolve práticas e técnicas meditativas que fazem aflorar essas verdades que são de dentro para fora, o que está enraizado se apresenta. Com tudo mais claro, o casal tem poder de decisão e o que fazer com toda essa informação emergida.

Muito comum o casal já estar em uma longa busca até chegar na terapia tântrica e de forma relativamente rápida encontrarem respostas e suporte para lidar com as suas questões.

A terapia tântrica pode ser dividida em duas partes, uma individual e a outra casal. E também em sessões e cursos.

O Tantra realiza um processo de autoconhecimento profundo, mostrando ao casal, onde estão e para onde gostariam de ir.

É um caminho de autoconhecimento e expansão da consciência.

Com as meditações, dinâmicas e a massagem tântrica, respostas começam emergir de nosso interior, essa clareza também mostra se amamos verdadeiramente ou não.

Um outro benefício é o aprimoramento da sexualidade, talvez esse seja o principal motivo quando o casal busca o Tantra.

Desenvolver a capacidade sensorial e orgástica aprendendo novas técnicas para gerar prazer e quando necessário curas em algumas disfunções sexuais.

Cada casal tem a sua busca e necessidade, então o processo em si torna-se muito dinâmico e personalizado.

Mas se formos padronizar segue essa sequência.

1. Sessão individual

O atendimento é feito com Meditação Dinâmica, Renascimento e Massagem Tântrica

2. Sessão Casal

O atendimento é feito com Massagem Tântrica e Vivência para casais

3. Curso Casal

No curso é ensinado o Maithuna (sexo tântrico) e a Massagem Tântrica

Zaki


Zaki Deva

É terapeuta instrutor e facilitador de Tantra:

– Curso Tantra para casais
– Curso de Massagem Tântrica
– Formação em Terapia Tântrica

Como ter mais amor-próprio

Somos capazes de amar alguém a ponto de dedicar uma vida a essa pessoa. Mas será que esse amor é genuíno, ou será apenas apego?

O próprio mestre disse: “Amar o próximo como a si mesmo” mas então como podemos amar o próximo sem amar a si mesmo?

É fácil fazermos confusão ao falar de amor, porque geralmente confundimos com a paixão.
Nossa primeira lição aqui na Terra é aprender sobre o amor incondicional mas, continuamos sem entender essa “matéria”.
Confundimos amor com paixão mas, a paixão é apenas uma combinação hormonal que resulta nessas emoções e sentimentos. Uma combinação de dopamina, endorfina e feniletilamina e que também tem tempo para acabar, durando de alguns meses para no máximo 2 anos, a partir daí sim, escolhemos amar ou terminar o relacionamento, hoje, geralmente escolhemos o caminho mais fácil.

Teste para verificar nosso nível de amor-próprio dentro de um relacionamento:
Responda as 3 questões:

1- Você coloca a outra pessoa acima dos seus projetos pessoais?

2- Você sofre violência física ou emocional dentro do seu relacionamento?

3- Você já colocou a sua saúde ou vida em risco?

Se você respondeu sim para pelo menos 1 das questões acima, volte a se conectar com o seu amor-próprio, olhar e cuidar mais de si.
Se você respondeu sim para mais de 1, então se faz ainda mais urgente esse cuidado e reconexão consigo mesmo.

Amor-próprio é o primeiro passo para se construir uma relação madura e profunda, sem amor-próprio o relacionamento torna-se desequilibrado e frágil.
Finais dolorosos acontecem por falta de amor-próprio.

Sem amor-próprio criamos expectativas além da realidade na relação gerando necessidades e colocando o parceiro ou parceira em uma posição desproporcional dentro da relação. Por mais absurdo que pareça, é comum termos homens que colocam a esposa no papel de “mãe” e mulheres que colocam o marido no papel de “pai”…

Autoconhecimento é o caminho.

O bom que sempre podemos aprender com erros, corrigir rotas e começar de novo dessa vez mais experiente e desenvolvido. Sabendo aproveitar cada ensinamento e lições dos relacionamentos passados.

Agora, se isolar e parar de se relacionar, estagna o nosso desenvolvimento como homens e mulheres pois ele só acontece quando nos relacionamos.

3 formas de aumentar o amor-próprio

  1. Faça terapia

A terapia ajuda não só a resolver questões e dificuldades evidentes, mas também a descobrir questões ainda inconscientes mas, que estão lá nos bloqueando e nos prejudicando a viver de forma plena.
Nesse caso sugerimos atendimento com meditações ativas e meditações vibracionais.

2. Pratique puja para si

Puja em Sânscrito quer dizer reverência, honra, adoração ou culto é uma forma de manifestar a gratidão geralmente está relacionado à gratidão as divindades, mas puja pode ser um ato para a vida e tudo que nela há, nesse olhar podemos fazer puja à um lugar a um momento e a nós mesmos, à nossa energia nossa centelha divina. Relacionado ao amor-próprio, quando separamos um tempo para fazer algo para nós mesmo, podemos trazer essa energia da reverência ao ser, como puja, um dia para cuidar de si.

3. Aprenda com os erros

Continue se relacionado não se torne uma ilha devido as experiências ruins, mas tenha tempo de ficar sozinho, um tempo ao término de um relacionamento antes de mergulhar em um novo. Observe existem pessoas que não conseguem ficar sozinhas tendo dificuldade para desenvolver amor-próprio.

Nunca é tarde para começar.

Zaki

Zaki Deva

É terapeuta e realiza cursos de Tantra do caminho do Amor
– Terapia e Massagem Tântrica
– Curso Presencial
Meditação Online