6 benefícios do sexo tântrico

Quando falamos de Tantra tendemos associá-lo tão somente ao sexo devido ao conhecimento popular e ao que ouvimos falar sobre a forma tântrica de se fazer amor.
Mas como sempre falamos aqui, Tantra vai muito além de sexualidade, sendo um conjunto de práticas e comportamentos que promovem e levam à expansão da consciência e a suprema experiência da unidade. Para compreender melhor, experimente as meditações tântricas .

Mas voltando ao ponto e ao tema do título, vamos citar 6 benefícios do sexo tântrico e porquê todo mundo deveria experienciar:

1. Expansão da consciência.

Com a prática de sexo tântrico, o aprofundamento no prazer promovem a ativação da energia kundalini e dos chakras que estão ligados ao processo de despertar e expansão da consciência. A cada prática vamos alcançando patamares mais elevados de consciência. O aprofundamento e o sexo sem orgasmo ou com “orgasmo seco” no caso dos homens, promovem esse acumulo de energia que vitaliza todo o corpo e que pode ser canalizada para transmutações.

2. Confiança e entrega.

Em um “relacionamento padrão” temos dificuldades para sermos verdadeiros, ter confiança e se entregar. Em um “relacionamento tântrico” ele transcende questões de ego tendo base no amor, entrega e confiança. Ao contrário de duas pessoas querendo a parte mais básica do sexo que é satisfação genital, temos dois seres que, sem pressa mergulham em uma experiência com os 5 sentidos, sem julgamentos, é mais um deixar acontecer do que um controle da situação ou performance.

3. prolongamento do tempo.

Talvez esse seja o maior motivo das buscas quando se fala em sexo tântrico, ter um sexo mais longo. Na verdade as práticas podem variar no tempo, no nosso curso de Tantra para Casais temos 7 técnicas sequenciais que no completo somam um total de 3 horas fazendo amor. Tempo esse suficiente para promover todos os benefícios proeminentes das técnicas e naturalmente presentes na energia do orgasmo. Temos picos orgásticos bem antes da conexão da Yoni ao Lingam.

4. Conexão e liberdade.

O sexo tântrico fornece ao casal uma conexão extremamente profunda em um nível nunca experimentado antes, ficamos nus não apenas de nossas roupas mas, nos conectamos de alma para alma, assim desnudos de toda máscaras e jogos, a relação repousa na confiança, criando raízes profundas (conexão) e da mesma forma criando asas (liberdade) em sua individualidade para sermos completos em si mesmos (não confundir com relacionamento aberto) essa liberdade para solitude não tem necessariamente a ver com se relacionar com outras pessoas. Raízes e asas são a conexão e liberdade da natureza do amor incondicional.

5. Verdades ocultas.

O sexo tântrico tem natureza mística e essa conexão com a nossa centelha divina apresenta nossas verdades internas e a do casal, por nos colocar em um estado de expansão de consciência natural da meditação fichas podem cair, respostas podem vir. ao casal praticante de sexo tântrico vem tudo a tona, seja o amor que sintam um pelo o outro, ou questões que precisam ser resolvidas pelo casal, evidenciando essa necessidade e deixando claro o que for necessário naquele momento.

6. Orgasmo múltiplos.

Se não for pelo prolongamento, esse é o maior motivo de procura pelo sexo tântrico: Os orgasmos, no amor tântrico aprendemos a direcionar a energia e a consciência, identificar regiões do corpo, da musculatura e que cada técnica produz.
Há um acumulo de energia orgásticas que são liberadas várias vezes como ondas, um orgasmo na sequência do outro, também experimentamos o orgasmo de vale que nos faz sentir dissolver em um prazer e êxtase contínuo, de corpo inteiro e com todos os 5 sentidos envolvidos.

Se deseja aprender técnicas de NeoTantra no conforto de casa,
Acesse o material: Como Durar Mais na Cama.

Zaki

Zaki Deva

É Instrutor de cursos de Tantra:

– Curso Tantra para casais
– Curso de Massagem Tântrica
– Formação em Terapia Tântrica

Tantra pode viciar?

Certa vez recebi a seguinte pergunta:
“Tantra pode viciar? Já que vicio fácil em filme pornô e sexo?”

Gosto de receber excelentes perguntas como essa.

Em primeiro lugar temos que tirar da mente que o Tantra se resume em sexo.

Em segundo lugar mesmo na abordagem tântrica da sexualidade quando praticado ele é totalmente diferente do sexo convencional.

Então compreendemos que em sua natureza são coisas totalmente diferentes.

Mas entendo a questão e vou aproximar o Tantra, abordando apenas sua parte sexual sobre o prazer e o orgasmo.

Da forma que é construída uma experiência tântrica ou o sexo tântrico, por ser uma experiência completa que envolve todo o nosso ser, corpo, energia, alma, amor e consciência. Saímos dela totalmente satisfeitos e, naturalmente Tantra não vicia.

No sexo normal ou masturbação e pornografia, que não temos a satisfação nos níveis emocional, corporal, alma e nem amor, como no Tantra gerando nesse caso, um círculo vicioso.

No Tantra temos toda uma experiência completa e holística, ficamos muito bem com seus efeitos que são duradouros, durante algo em torno de uma semana, que é também a nossa sugestão de prática semanal de Tantra.

Como falado a princípio, vai muito além da parte da sexualidade sendo Tantra como um estilo de vida, nos tornamos tântricos e isso envolve todo o nosso jeito de se viver e relacionar-se com a vida.

Ao aprofundar nesses níveis temos escolhas mais profundas nas relações, tendemos a preferir relacionar-se com pessoas que também tenham um desenvolvimento, a energia e conhecimentos tântricos.

Para iniciar o desenvolvimento tântrico pode-se começar pelo Curso de Massagem Tântrica ou pelo Atendimento Massagem Tântrica, se já tiver um parceiro(a) o Curso de Tantra Para Casais.

Zaki


Zaki Deva

Realiza cursos e atendimentos

– Contato

Casamento, Relacionamento e Sexualidade

Temos hoje uma grande parcela de pessoas que encontram dificuldades para sustentar um relacionamento, seja por questões próprias ou a dificuldade de encontrar alguém alinhado com os seus propósitos de vida. Conviver com alguém não é tarefa fácil, ainda mais em tempos modernos onde relações superficiais tornaram-se mais comuns, seja por medo de se aprofundar ou por relações baseadas em interesses apenas pessoais.
A verdade é que muitos relacionamentos também são baseados em jogos, e a única forma de manter uma relação por um logo período ou por toda a vida, é sendo verdadeiro, com clareza nos objetivos.
Somos parceiros de jornada e evolução, nos ajudamos a evoluir e enxergar nossas próprias facetas ocultas através dos relacionamentos, sendo essa uma forma de autoconhecimento.
Os relacionamentos saudáveis são pautados por o respeito e verdades, sendo benéfico até aonde possamos evoluir, se chegarmos à um ponto, onde não evoluímos mais e, venham a faltar o respeito e a verdade, não faz mais sentido seguir em frente com a relação, sendo melhor deixar ir o que já está acabado.
Um dos jogos mais comuns está a falsa relação monogâmica, a pessoa está em um namoro, noivado ou casamento, onde os parceiros possuem relações extras escondidas, a famosa traição, enquanto algumas pessoas morrem ou matam literalmente, por ciúmes, outras, até “permitem” desde que ela não fique sabendo… Se analisarmos, na verdade, essas pessoas não estão prontas ou não querem uma relação monogâmica e sim uma relação poligâmica, talvez o ser humano seja naturalmente poligâmico, a questão aqui está nas verdades e jogos, não há problema se todos os envolvidos estiverem de acordo, o que não é saudável é se enganar ou enganar os outros.
O casamento é belo, desde que ele seja verdadeiro, duas pessoas que se unem, e vivem, seja na saúde e na doença e até que a morte os separem, entretanto, tem muitos casamentos baseados em contratos de interesses apenas, onde a base deveria ser o amor, amizade e a parceria. O sexo, também é fator importante,  sem ele, e relação torna-se puramente amizade.

Mas qual o caminho para termos uma relação verdadeira e duradoura?

Primeiramente devemos nos conhecer, passar por um processo de autoconhecimento. Ambos parceiros devem cada um realizar esse processo, pois se um vai e o outro fica, naturalmente a relação vai se distanciando.
Nesse processo de autoconhecimento, devemos desenvolver:

  • O amor-próprio, saber das coisas que gostamos, como gostamos, a aceitação e a solitude, que é o bem-estar em ficar sozinho sem a sensação de solidão.
  • Conhecer e apoiar o parceiro(a), O amor-próprio não é o mesmo de egocentrismo, temos que ter amor-próprio para poder amar verdadeiramente alguém que escolhemos para seguir conosco nessa jornada da vida, o amor não é posse, ciumes e domínio, e o mesmo que queremos para a gente devemos dar.
  • Compreender a própria sexualidade, conhecer o próprio corpo e zonas erógenas, conhecer e compreender a sexualidade do parceiro(a).
  • Ter uma individualidade segura, sem carência ou dependência afetiva.
  • Liberdade para escolher as coisas que estejam alinhadas com sua personalidade como a carreira profissional por exemplo.

Geralmente entramos em relacionamentos padronizados, sempre com o mesmo “problema” onde nos colocamos como vítimas, e não adianta trocar de parceiro ou parceira, até que através de um processo de autoconhecimento, identificamos esses padrões e jogos internos, podendo agora sim mudar e escolher outra pessoa, outro padrão de relacionamento. A verdade é que existem muitas pessoas boas por ai.

Para quem gostaria de solicitar um atendimento online acesse: aqui.

Zaki

Zaki Deva

É Terapeuta e facilitador de cursos de Tantra