O tempo parece passar cada vez mais rápido

Há uma sensação quase universal hoje: O tempo está passando rápido demais. Os dias e semanas estão “voando”.
Quando percebemos, já é natal novamente e os meses se foram sem que tenhamos realmente estado 100% presentes neles.

A percepção do tempo está diretamente ligada à atenção.
Quando estamos presentes, o tempo se expande.
Quando estamos dispersos, ele se contrai.
Vivemos em uma era de estímulos constantes: Telas, notificações, urgências artificiais, excesso de informações. O cérebro entra em modo automático. E tudo o que é vivido sem presença não é registrado plenamente, nos dando a sensação de o tempo passar mais rápido.

O tempo não é igual para todos, duas pessoas podem viver o mesmo dia de forma completamente diferente.
Uma sente que o dia foi longo e nutritivo. A outra sente que não teve tempo para nada.

Há suposições que com a virada do milênio o tempo acelerou e o nosso dia antes de 24 horas passaram a ter relativamente apenas 16 horas. Mas ainda não há estudos sobre.

A ciência explica o tempo como uma dimensão entrelaçada ao espaço (espaço-tempo), não como um fluxo absoluto, mas sim relativo à velocidade e gravidade do observador, com a teoria da relatividade de Einstein descrevendo sua dilatação, e sugerindo que a passagem do tempo pode ser uma ilusão, com o cérebro interpretando a sequência de eventos (memórias) como fluxo, medição baseada em oscilações naturais e a física moderna explorando a ideia de um “universo de blocos” onde passado, presente e futuro coexistem.

O tempo, o bem mais precioso.

Podemos recuperar dinheiro, podemos reorganizar rotinas e mudar caminhos. Mas o tempo vivido não retorna. E o mais valioso do tempo não é sua quantidade é o que fazemos com ele, como sentimos, nos relacionamos e experienciamos o dia a dia.

Tempo vivido sem presença vira sobrevivência. Não se trata de fazer mais coisas em menos tempo, mas a qualidade das nossas escolhas.
Criar espaços vazios e estar bem consigo mesmo em momentos de silêncio, desacelerar sem culpa…

Presença é a chave para aproveitar o tempo. Presença é estar inteiro onde o corpo está. Fazendo realmente o que se propôs a fazer, sem antecipar o próximo momento. Isso já o princípio de meditação.

Práticas corporais, meditação, respiração consciente e terapias de reconexão devolvem essa capacidade básica e esquecida de estar no aqui e agora.

O tempo não está fugindo de nós.
Somos nós que estamos passando por ele sem sentir. A vida não pede pressa, ela pede presença. Usar o tempo com sabedoria é aprender a viver. E eles são o nosso bem mais precioso.

Zaki

Zaki Deva

É terapeuta instrutor e facilitador de Tantra:

– Curso Tantra para casais
– Curso de Massagem Tântrica
– Agendar Atendimento Massagem Tântrica

Tempo o nosso maior bem

Às vezes, desejamos que o tempo pare, especialmente nos momentos mais felizes, mas ele nunca obedece aos nossos desejos. Então, precisamos aprender a apreciar cada momento e fazer o melhor possível com o tempo que temos. O tempo é precioso demais para ser desperdiçado em coisas insignificantes.

Devemos aproveitar o nosso tempo, não no sentido de nos tornarmos hedonistas, mas no sentido de autoconhecimento, escolhas e de como compartilhar o tempo com quem amamos e que cruzam nossos caminhos.

A relatividade do tempo é um dos enigmas mais fascinantes que permeiam a existência humana. Na interseção entre a vida humana efêmera e a vastidão temporal do universo, emerge uma reflexão profunda sobre a percepção que temos do tempo e seu valor relativo.

Para nós, seres humanos, o tempo é um fio condutor que tece a trama de nossas vidas. Vivemos imersos em suas correntes, sentindo sua passagem de maneira inexorável, medida em anos, meses, dias e segundos. No entanto, quando confrontamos a escala de tempo da Terra e do universo, a relatividade se manifesta de maneira deslumbrante.

A idade da Terra, estimada em cerca de 4,5 bilhões de anos, é incompreensível à luz de uma vida humana comum. As civilizações floresceram e desapareceram, impérios surgiram e caíram, enquanto o planeta continuava sua jornada através das eras. Nossa existência, quando comparada à vastidão do tempo geológico, é efêmera, um breve lampejo na linha temporal da Terra.

Expandindo ainda mais essa perspectiva, contemplamos a idade do universo, aproximadamente 13,8 bilhões de anos. A imensidão do cosmos e a cronologia de sua evolução desafiam nossa compreensão. O tempo cósmico é tão vasto que as eras que testemunharam a formação de estrelas, galáxias e fenômenos cósmicos transcendem em muito a escala temporal de uma vida humana.

Nesse contexto, a relatividade do tempo se revela de maneira contundente. A experiência individual do tempo, sua fugacidade ou lentidão, é subjetiva e moldada por nossas percepções, memórias e emoções. Enquanto alguns momentos parecem fugir rapidamente, outros se estendem quase infinitamente.

Essa relatividade temporal convida à reflexão sobre a natureza da existência e da nossa relação com o tempo. A brevidade de nossa vida em comparação com a idade do planeta e do universo pode suscitar questionamentos sobre o propósito, o significado de nossas ações e a busca por uma compreensão mais profunda do nosso lugar no cosmos.

Diante da relatividade do tempo, somos desafiados a apreciar cada momento, a valorizar a efemeridade da vida e a contemplar a vastidão do universo com um senso de admiração e humildade. Afinal, somos efêmeros espectadores em um palco cósmico, mas também agentes capazes de criar significado em meio à imensidão temporal que nos cerca.

Obrigado por ler até aqui!

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